De certeza que toda a malta se lembra do filme “À Primeira Vista”, um drama que retrata um agente secreto, que pertence a uma equipa de agentes secretos, recebendo planos secretos, para executar missões ultra secretas… Mais não posso dizer porque é segredo, ok! Por outro lado temos o incrível filme de acção “Missão Impossível”, a história de um cego, que curiosamente não consegue ver, e que graças a uma operação inovadora, consegue ver o mundo pela primeira vez, sendo que passado pouco tempo, deixa de ver novamente devido a uma incompatibilidade de horários com os respectivos órgãos oculares… Ou se calhar troquei os enredos, uma vez que ultimamente ando com a memória tão fresca como uma bosta de cavalo no asfalto depois de dois dias em que os termómetros ultrapassaram largamente os 60°C à sombra. Voltando ao que interessa, vamos então dar largas à imaginação e criar o primeiro agente secreto cego da história de Hollywood, o tipo de agente secreto que na sua primeira missão de espionagem, em que imaginemos, teria de ir a um baile de máscaras, vestiria a sua fatiota Sadomasoquista em látex vermelho, e entraria por engano no edifício ao lado, que por coincidência era uma mesquita muçulmana em hora de oração… ora aí está uma bela história para mais tarde contar aos netos! De qualquer maneira, a história começa com o nosso herói e a sua equipa, numa missão que dá para o torto e em que morrem praticamente todos os seus companheiros, incluindo o seu líder e mentor (ou pelo menos ele assim o pensava), e que o deixa como principal suspeito de toda aquela trapalhada. Inicialmente ele não vê a sua situação com bons olhos (1ª chalaça), mas mais tarde veio a aperceber-se que a verdade esteve sempre à frente dos seus olhos (2ª chalaça), e que na verdade o responsável por toda aquela desgraça, foi desde o início, o seu velho amigo e mentor. Rapidamente elabora um plano de vingança, que na sua óptica (3ª chalaça), serviria para limpar o seu nome e apanhar o verdadeiro mau da fita, chegando mesmo a dada altura do filme, a dizer a célebre frase “Comigo é assim… olho por olho!” (4ª chalaça). Todo o restante filme, é uma variedade de momentos de acção, estilo penetrar em instalações de alta segurança, escalar edifícios de 5.000 andares, saltar de comboios em andamento, e inclusive atirar-se de pára-quedas de um passeio alto, para a berma da estrada… uma loucura portanto. Tanto mais que as principais dificuldades em realizar todas estas proezas, seriam não só evitar magoar-se com a bengala, mas fundamentalmente convencer o cão guia a alinhar nelas também.
A ideia deste blogue é criar algo de novo com os filmes e séries já existentes, fazer umas misturas, criar novos argumentos, mudar personagens, etc... No fundo é a tentativa de tornar o cinema um pouco mais divertido e agradável!... Ou não!...
sábado, 15 de agosto de 2009
Visão Impossível
De certeza que toda a malta se lembra do filme “À Primeira Vista”, um drama que retrata um agente secreto, que pertence a uma equipa de agentes secretos, recebendo planos secretos, para executar missões ultra secretas… Mais não posso dizer porque é segredo, ok! Por outro lado temos o incrível filme de acção “Missão Impossível”, a história de um cego, que curiosamente não consegue ver, e que graças a uma operação inovadora, consegue ver o mundo pela primeira vez, sendo que passado pouco tempo, deixa de ver novamente devido a uma incompatibilidade de horários com os respectivos órgãos oculares… Ou se calhar troquei os enredos, uma vez que ultimamente ando com a memória tão fresca como uma bosta de cavalo no asfalto depois de dois dias em que os termómetros ultrapassaram largamente os 60°C à sombra. Voltando ao que interessa, vamos então dar largas à imaginação e criar o primeiro agente secreto cego da história de Hollywood, o tipo de agente secreto que na sua primeira missão de espionagem, em que imaginemos, teria de ir a um baile de máscaras, vestiria a sua fatiota Sadomasoquista em látex vermelho, e entraria por engano no edifício ao lado, que por coincidência era uma mesquita muçulmana em hora de oração… ora aí está uma bela história para mais tarde contar aos netos! De qualquer maneira, a história começa com o nosso herói e a sua equipa, numa missão que dá para o torto e em que morrem praticamente todos os seus companheiros, incluindo o seu líder e mentor (ou pelo menos ele assim o pensava), e que o deixa como principal suspeito de toda aquela trapalhada. Inicialmente ele não vê a sua situação com bons olhos (1ª chalaça), mas mais tarde veio a aperceber-se que a verdade esteve sempre à frente dos seus olhos (2ª chalaça), e que na verdade o responsável por toda aquela desgraça, foi desde o início, o seu velho amigo e mentor. Rapidamente elabora um plano de vingança, que na sua óptica (3ª chalaça), serviria para limpar o seu nome e apanhar o verdadeiro mau da fita, chegando mesmo a dada altura do filme, a dizer a célebre frase “Comigo é assim… olho por olho!” (4ª chalaça). Todo o restante filme, é uma variedade de momentos de acção, estilo penetrar em instalações de alta segurança, escalar edifícios de 5.000 andares, saltar de comboios em andamento, e inclusive atirar-se de pára-quedas de um passeio alto, para a berma da estrada… uma loucura portanto. Tanto mais que as principais dificuldades em realizar todas estas proezas, seriam não só evitar magoar-se com a bengala, mas fundamentalmente convencer o cão guia a alinhar nelas também.
sábado, 8 de agosto de 2009
Barbaridade Duvidosa
Juntando “Conan – O Bárbaro” com “Sweeney Todd – O Terrível Barbeiro de Fleet Street” surgiu-me a ideia de criar o musical “Conan – O Barbeiro”. O simples facto de imaginar Conan a cantar e a dançar, além de me levar imediatamente às lágrimas, também me parece à partida pouco viável, mas de qualquer maneira sinto-me impelido a tentar.
Conan nasceu há milhares de anos atrás numa pequena aldeia da Ciméria e como qualquer rapaz da idade dele gostava de brincar, de saltar e de jogar playstation com os amigos, até que a sua aldeia é atacada por um grupo de guerreiros sanguinários comandados por um senhor do mal, sendo que ao mesmo tempo que os seus pais são assassinados, Conan é feito prisioneiro para que futuramente trabalhe como escravo. Conan cresce, e graças aos trabalhos forçados, torna-se um homem forte e com apenas uma coisa em mente… barbear homens de barba rija… ah, é verdade, e vingar-se do mau da fita pela morte dos seus pais.
Certo dia, aproveitando a folga para o almoço, Conan consegue fugir do seu local de trabalho forçado e sair do país, onde vem a aprender tudo sobre a arte de ser barbeiro. Os anos passam, mas o desejo de sangue não, e Conan decide que está na hora de voltar à Ciméria e iniciar o seu plano de vingança. Ele é agora um homem bastante mudado, não só fisicamente como mentalmente, e apesar de ter um aspecto bastante sóbrio, está completamente passado dos cornos. Assim que se instala na Ciméria, Conan abre uma barbearia de seu nome “O Bigodes”, onde começa a degolar todos os clientes que lhe aparecem à frente e não apenas aqueles que considerava culpados pela sua miséria.
Era uma questão de tempo até ser apanhado pelas autoridades policiais, e assim que foi preso, pediu para ser extraditado e julgado em Portugal. Em tribunal alegou que o motivo de degolar tantas pessoas, foi porque não utilizava uma navalha de barbeiro convencional, mas sim uma espada de guerreiro cimeriano que teria herdado, e que pesava cerca de doze quilos, o que faria com que a sua mão não fosse tão precisa… perfeitamente aceitável! Escusado será dizer que Conan foi absolvido e recebeu uma choruda indemnização que imediatamente doou à Liga Protectora dos Barbeiros Sanguinários e ao grupo de apoio psicológico Barbeiros Anónimos.
sábado, 18 de julho de 2009
Ninja Am...Quê?
Pergunta: Quem se lembra de um dos maiores filmes de arte marciais dos anos oitenta intitulado “ Ninja Americano”?
Resposta: Eu, e é nestas alturas que tenho pena de ainda não ter sido abalroado por um invulgar e galopante surto de Alzheimer… ou se calhar já fui e não me lembro… adiante.
É incrível admirar a capacidade dos americanos em particular, de se adaptarem às diversas culturas espalhadas pelo mundo inteiro e inclusive de se superiorizarem em algumas práticas aos próprios nativos dessas culturas, senão vamos a ver… ele é ninjas, ele é samurais, ele é o estares a ser atacado por leões famintos em plena savana africana e o melhor caçador africano que desenrascam, é um americano que por acaso vive em África há ano e meio, e estrangula felinos com as próprias mãos, enfim… mariquices. Nunca se terão eles lembrado de adoptar uma cultura que por si só é sinónimo de macho, como a portuguesa?; caso viesse a acontecer poderia estar aqui hoje a falar de filmes como o incontornável “Pauliteiro Americano” ou o imprescindível “O Último Vendedor de Bifanas”, com certeza blockbusters do cinema mundial.
Acerca do filme em questão só me apetece fazer a sua versão maricas convertendo-o no “Ninja Amaricado”. Atenção, eu disse maricas e não homossexual, pois nada tenho de pessoal contra os segundos, uma vez que na teoria quantos mais forem, mais gajas sobram (é fazer as contas); na prática, pelo que me tenho vindo a aperceber não têm sobrado é para mim, o que me deixa bastante revoltado, e por isso gostaria de pedir a quem tem ficado com as minhas que as devolvesse imediatamente.
O filme começa por contar a história de um tipo solitário e errante, especialista em artes marciais que é capturado pelas autoridades, ainda não sei muito bem porquê, e lhe é dado a escolher entre a prisão e o serviço militar. O gajo fica indeciso pois nas duas pode conhecer muito macho, mas acaba por escolher a segunda pois sempre teve um fraquinho por gajos de farda. É imediatamente destacado para as Filipinas onde a primeira missão do seu pelotão é a de transportar uma quantidade enorme de munições para a sua base. Durante a viagem o pelotão é atacado por um grupo rebelde que rouba todas as munições, assassina todos os militares, excepto ele, e ainda consegue raptar a filha do coronel responsável pela base militar, que por um acaso só ao alcance de Hollywood também viajava com eles. O gajo enerva-se pois no meio da confusão estragou uma unha de gel e parte imediatamente atrás dos rebeldes, não porque algum deles fosse bastante giro, mas porque a sua toilette estava arruinada, uma vez que no meio do material roubado, ia o seu cinto de munições em tom pastel que combinava com a sua farda. Escusado será dizer que recuperou o cinto… deixou a gaja morrer… e ao voltar à base mudou de ideias, e decidiu deitar o cinto fora pois achou que afinal até não lhe ficava assim tão bem.
Posteriormente, ao receberem a notícia que a base iria ser atacada pelos rebeldes, percebe que irá ter que recorrer a toda a sua arte ninja para os derrotar, nem que para isso tenha que utilizar as suas estrelas ninja com purpurinas, as suas matracas Christian Dior, os mocassins demolidores ou até mesmo o seu écharpe camaleão que lhe permite ficar invisível.
É portanto um filme igual a todos os outros do estilo, pecando por isso na falta de originalidade!
Acerca do filme em questão só me apetece fazer a sua versão maricas convertendo-o no “Ninja Amaricado”. Atenção, eu disse maricas e não homossexual, pois nada tenho de pessoal contra os segundos, uma vez que na teoria quantos mais forem, mais gajas sobram (é fazer as contas); na prática, pelo que me tenho vindo a aperceber não têm sobrado é para mim, o que me deixa bastante revoltado, e por isso gostaria de pedir a quem tem ficado com as minhas que as devolvesse imediatamente.
O filme começa por contar a história de um tipo solitário e errante, especialista em artes marciais que é capturado pelas autoridades, ainda não sei muito bem porquê, e lhe é dado a escolher entre a prisão e o serviço militar. O gajo fica indeciso pois nas duas pode conhecer muito macho, mas acaba por escolher a segunda pois sempre teve um fraquinho por gajos de farda. É imediatamente destacado para as Filipinas onde a primeira missão do seu pelotão é a de transportar uma quantidade enorme de munições para a sua base. Durante a viagem o pelotão é atacado por um grupo rebelde que rouba todas as munições, assassina todos os militares, excepto ele, e ainda consegue raptar a filha do coronel responsável pela base militar, que por um acaso só ao alcance de Hollywood também viajava com eles. O gajo enerva-se pois no meio da confusão estragou uma unha de gel e parte imediatamente atrás dos rebeldes, não porque algum deles fosse bastante giro, mas porque a sua toilette estava arruinada, uma vez que no meio do material roubado, ia o seu cinto de munições em tom pastel que combinava com a sua farda. Escusado será dizer que recuperou o cinto… deixou a gaja morrer… e ao voltar à base mudou de ideias, e decidiu deitar o cinto fora pois achou que afinal até não lhe ficava assim tão bem.
Posteriormente, ao receberem a notícia que a base iria ser atacada pelos rebeldes, percebe que irá ter que recorrer a toda a sua arte ninja para os derrotar, nem que para isso tenha que utilizar as suas estrelas ninja com purpurinas, as suas matracas Christian Dior, os mocassins demolidores ou até mesmo o seu écharpe camaleão que lhe permite ficar invisível.
É portanto um filme igual a todos os outros do estilo, pecando por isso na falta de originalidade!
sábado, 11 de julho de 2009
Chispe-Men Origins:Walvarinho
GANDA BEZANA, NÃO DEVIA TER ROÍDO AS UNHAS!
Depois de uma série de histéricos e humilhantes pedidos, todos eles eventualmente efectuados por mim mesmo, para que criassem finalmente um super-herói português, eis que decidi pôr mãos à obra, e criar “Walvarinho”, o equivalente tuga ao já conhecido “Wolverine”, membro do famoso grupo de super-heróis “X-Men”. Se o gajo original tem como particularidades, os factos de ser imortal e apresentar uma enorme percentagem de um metal indestrutível no esqueleto, o nosso protector português, apresenta uma enorme percentagem de álcool por todo o corpo, o que lhe também atribui duas características bastante similares ao original… apesar de não ser imortal, dura uma eternidade, pois toda a gente sabe que o álcool ajuda a conservar… e regenera-se com relativa facilidade, pois é já ancestral a utilização de álcool para curar dói-dóis!
Depois de uma série de histéricos e humilhantes pedidos, todos eles eventualmente efectuados por mim mesmo, para que criassem finalmente um super-herói português, eis que decidi pôr mãos à obra, e criar “Walvarinho”, o equivalente tuga ao já conhecido “Wolverine”, membro do famoso grupo de super-heróis “X-Men”. Se o gajo original tem como particularidades, os factos de ser imortal e apresentar uma enorme percentagem de um metal indestrutível no esqueleto, o nosso protector português, apresenta uma enorme percentagem de álcool por todo o corpo, o que lhe também atribui duas características bastante similares ao original… apesar de não ser imortal, dura uma eternidade, pois toda a gente sabe que o álcool ajuda a conservar… e regenera-se com relativa facilidade, pois é já ancestral a utilização de álcool para curar dói-dóis!
No entanto, Walvarinho teve uma infância difícil, principalmente porque nunca conseguiu compreender porque era tão diferente dos outros meninos da sua idade, e principalmente porque é que quando se enervava, lhe começavam a sair videiras do meio dos dedos das mãos. Esta era uma situação muito inconveniente, pois todos os meses, o seu pai era obrigado a fazer-lhe a poda, e a convidar a restante família para as vindimas. Por este motivo, Walvarinho nunca conseguiu fazer amizades, sendo que o mais parecido com um amigo que teve em criança, foi um vizinho que tinha a habilidade de sacar sandes de couratos do nariz… quando se juntavam os dois, era festarola garantida lá em casa. Sentindo- se à parte da sociedade, decidiu fugir de casa, e contar apenas consigo mesmo a partir daquele momento. Com o passar dos anos foi aperfeiçoando a sua habilidade, de maneira que passado algum tempo, já não expelia videiras pelas mãos, mas sim garrafas de vinho com selo de qualidade… provavelmente quem neste momento está a pensar que um herói que usa garrafas de vinho para combater os fazedores do mal é uma valente merda, é porque nunca experimentou levar com uma no meio da testa e ver se tem vontade de fazer o que quer que seja. Ao mesmo tempo, Walvarinho descobre também que o exército português tem capturado secretamente outras pessoas com habilidades, com o objectivo de a longo prazo, utilizar essas habilidades para realizar o maior arraial de todos os tempos. Ele decide então ir salvar todos os que estão injustamente aprisionados, naquilo que se adivinha ser uma missão bastante perigosa; assim que consegue libertar todos os companheiros, o final do filme dá a entender que muito possivelmente se virá a formar um grupo de super-heróis conhecido por “Chispe-Men”, liderado por um homem misterioso chamado “Professor Karamba”, um gajo que tem como principal habilidade, a capacidade de sacar umas massas valentes a uma grande quantidade de otários… é portanto uma espécie de controlador de mentes!
sábado, 4 de julho de 2009
Ghandis De Nova York
Se há ponto que os filmes “Ghandi” e Gangs de Nova York” têm em comum, é o facto de serem completamente diferentes um do outro… eh pá… por vezes consigo ter pensamentos tão profundos, que se os conseguisse entender, e caso não quisesse sofrer uma embolia pulmonar, precisaria de fazer subidas graduais de descompressão para sair deles!
Enquanto que em “Gangs de Nova York”, a violência é o ingrediente principal, sendo que os protagonistas chegam mesmo a digladiar-se com facas mais grossas que as duas pernas juntas do Ghandi… já “Ghandi”, caracteriza-se pelo recurso ao uso da não-violência como forma de protesto, e com um protagonista principal, que pelo aspecto e pela fatiota, veio cinco anos mais tarde a desempenhar o papel do pirralho no filme “Três Homens e Um Bebé”. Quanto ao filme propriamente dito, passa-se em Nova York, no ano de 1863, quando a cidade era naquela altura controlada e disputada por diversos gangs; A história centra-se num rapaz chamado Zé Ghandi, um descendente de imigrantes que em criança assiste à morte do seu pai, às mãos de um líder de um gang rival que defende a expulsão de todos os imigrantes da cidade. Já em adulto regressa a Nova York para se vingar do homem que lhe destruiu a infância e honrar assim, o nome da família Ghandi. Assim que chega à cidade, Ghandi recruta um pequeno exército de imigrantes e forma um gang com o intuito de se opor ao gang rival que detém o domínio de Nova York, nem que para isso tenha que recorrer ao uso da não-violência gratuita. Chamo particular atenção para o duelo final entre os dois gangs que é deveras impressionante, com cenas de acção incríveis em que a não-violência é de tal ordem que chegam mesmo a acontecer algumas mortes não-violentíssimas; A maior parte dessas mortes são originadas por greves de fome levadas ao extremo, sendo que inclusive, dois ou três indivíduos morrem também graças a greves de oxigénio; Se por um lado, estas últimas me pareceram bastante naturais, principalmente depois de ter dado uma vista de olhos à teoria de evolução das espécies de Charles Darwin, por outro lado pareceram-me simplesmente estúpidas, pois quando Darwin a formulou, possivelmente ainda não tinha à sua disposição o recente estudo que concluia que por cada besta-quadrada que morre, nascem duas de valor equivalente. De qualquer maneira e para terminar, parece-me ser um filme bastante aceitável pois não é todos os dias que se vê um homem de fraldas a levar na tromba e a oferecer a outra face.
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