sábado, 2 de maio de 2009

Ex-Terminador




É com grande prazer que aqui vos trago mais um “Mix” que a indústria cinematográfica ainda nos está a dever. Estou a imaginar uma mistura entre “Mar de Chamas” e “Exterminador Implacável “ que se poderia intitular “O Extintor Implacável”.
O Filme narra a história de um extintor cibernético que é enviado do futuro por um homem, para proteger a sua própria vida enquanto rapaz no presente, uma vez que nesse mesmo futuro o mundo é agora governado por um computador super inteligente que envia atrás no tempo um grupo de pirómanos cibernéticos assassinos com o intuito de o assassinar, pois está destinado a que no futuro este rapaz se venha a tornar o líder de um batalhão de bombeiros que irá combater e extinguir o fogo do Armagedão apenas com um extintor, dois baldes de água e uma grade de minis (estas são para beber é claro, porque homem que é homem não trabalha de borla).
Sei que inicialmente poderá parecer uma história um pouco complicada mas com o avançar do filme apercebemo-nos de que é mesmo, de qualquer maneira esta missão torna-se particularmente difícil uma vez que os pirómanos são cyborgs bastante modernos, evoluídos e constituídos por uma liga metálica liquida muito difícil de destruir, enquanto o extintor é um modelo bastante obsoleto e sem a respectiva manutenção anual efectuada.
Contudo nem tudo está perdido e haverá uma grande possibilidade de que o extintor triunfe no final uma vez que é isso mesmo que se encontra escrito no guião, por isso se gosta de extintores musculados, vestidos de cabedal negro e perseguições de moto a alta velocidade, não perca este filme cheio de acção, suspense e efeitos especiais.

Realidade Científica

Não há muito tempo atrás um certo presidente de um certo país que eu agora não vou estar a dizer o nome mas posso adiantar que começa por IR e acaba em ÃO, veio a público pela milionésima nongentésima nonagésima nona vez afirmar que o holocausto nunca teria acontecido. No preciso momento em que escrevo é bastante provável que já o tenha feito mais uma dúzia de vezes talvez numa tentativa completamente original de entrar no livro do Guinness mas sem ter ainda no entanto conseguido convencer muita gente do mesmo.
Talvez uma boa maneira de convencer mais pessoas pudesse ser utilizando um pouco de psicologia invertida aplicada com grande sucesso na televisão e no cinema onde por exemplo uma simples mensagem ‘não tente fazer isto em casa’ é por si só uma boa certeza de que irá mesmo ser feito.
Propunha então ao presidente em questão a realização do filme “Hitler - Encontros Imediatos de 3º Reich”, uma história que retrataria um grupo de pessoas que devido a um…sei lá, chamem-lhe pressentimento rumaria em direcção a uma zona remota onde aconteceriam uma série de fenómenos causados por experiências realizadas por um grupo de militares com a finalidade de tentar provar a existência do holocausto. A realização seria de tal maneira impressionante ao ponto de que no final, graças a extraordinários efeitos especiais surgiriam mesmo provas de que o holocausto existia e que inclusive até já teria visitado o planeta terra. Enfim… Pura ficção ao melhor nível na qual ninguém acredita!
Já agora e para terminar gostaria de sugerir que num projecto futuro e numa tentativa de se demarcar da ficção, optasse por realizar talvez um drama em tempo de guerra baseado numa história verídica; qualquer coisa como por exemplo, um grupo de fuzileiros marcianos que se vêm encurralados na sua embaixada em Vénus durante um golpe de estado neste mesmo planeta. Uma história sem dúvida dramática, esta sim, consensual que tenha realmente acontecido e que ainda hoje choca a humanidade em geral.

sábado, 25 de abril de 2009

Fúria Ternurenta



Lembro-me perfeitamente de que quando era criança e vi pela primeira vez o fime "Rambo" na televisão achei toda aquela violência verdadeiramente espectacular. Obviamente viviamos numa altura em que a equação «criança + violência na televisão = adulto psicopata» ainda não fazia sentido uma vez que eu resultei num adulto perfeitamente (pelo menos até ver) saudável.
De qualquer maneira, e porque acho que todas as crianças deveriam ter a possibilidade de ver "Rambo" decidi adaptar o filme para a pequenada misturando-o com "Bambi", o pequeno veado que comoveu crianças e graúdos, criando assim a obra única intitulada "Rambi".
John Rambi, um ex-veterano atormentado pela guerra do Vietname, volta a casa e descobre que a sua mãe foi abatida po caçadores furtivos (pode acontecer a qualquer pessoa). Ainda mais desorientado parte em busca de um antigo companheiro seu do Vietname para que juntos consigam encontrar e punir os caçadores, até que a sua viagem é subitamente interrompida quando chega a uma pequena vila e é acusado de vadiagem pelo xerife, sendo preso e maltratado na cadeia.Rambi revolta-se com a situação e consegue fugir da cadeia graças a extraordinárias habilidades adquiridas durante a guerra mas vendo-se perseguido por todas as forças policiais da região, refugia-se na floresta onde inicia uma bela amizade com um coelhinho, uma doninha e alguns veados que lhe ensinam o verdadeiro significado da amizade e o ajudam a escapar às garras do malvado xerife.
Assim que deixa de ser procurado, Rambi encontra uma boa mulher, casa com ela e torna-se o rei da floresta protegendo todos os seus amigos animais que nela vivem dos perigos que possam aparecer, nem que para isso tenha que usar o arco e as flechas de ponta explosiva que o coelhinho lhe ofereceu no seu aniversário.
Digam lá se não ficou bem melhor!

Crítica De Cinema




Esta semana pensei em misturar os filmes "Mortal Kombat" e "Street Fighter" numa tentativa de os ridicularizar mas após uma longa e árdua reflexão de cerca de trinta segundos cheguei à inevitável conclusão de que os filmes em separado já fazem eles próprios um bom trabalho. Desde já gostaria de pedir desculpas a quem é fã, mas gostos não se discutem e é exactamente sobre esse assunto que eu me vou debruçar.
Uma das razões que me leva a tentar fazer estas misturas de filmes é que para mim não existem ideias demasiado estúpidas para transformar num filme. Por mais estúpido que um filme seja, haverá sempre alguém no mundo que viu o filme e até poderá haver mesmo alguém que gostou do que viu. Se para mim o conceito de cinema é entretenimento, já o que me entretém a mim poderá não entreter a maior parte das pessoas e vice-versa, o que me faz pensar no porquê das críticas de cinema (pelo menos as sérias).
Eu pessoalmente tenho um gosto cinematográfico bastante alargado e dependendo do meu estado de espírito vejo desde dramas comoventes, passando por comédias hilariantes (ou não) até acabar em filmes onde a personagem principal não se pode irritar porque corre o sério risco de crescer e ficar verde por isso decidi a partir de determinado momento que seria eu, o meu crítico pessoal de cinema. Coincidência ou não, a partir daí todos os filmes que eu tenho gostado têm tido críticas bastante positivas (vá-se lá saber porquê).
Acho pois, que todas as pessoas deveriam primeiro ver os filmes e depois sim, avalia-los consoante a sua opinião porque para mim um bom filme é aquele em que não se dá pelo tempo a passar e não fosse pela minha irritante incapacidade de adormecer nas salas de cinema, eu poderia estar hoje aqui a dizer que era realmente um amante de cinema em toda a sua totalidade!

Pirataria Moderna

Quem seguir atentamente os noticiários com certeza estará a par da existência de piratas somalis a atacar navios em águas internacionais. Caso interessante, o do cargueiro grego que foi capturado pela segunda vez consecutiva obrigando o comandante do cargueiro a pagar da primeira vez um resgate no valor de 20.000 euros para ser libertado.
O que se passou à umas semanas atrás foi que as autoridades portuguesas estariam preocupadas, pois um Paquete português estaria naquele preciso momento a atravessar essas mesmas águas correndo assim o risco de também ser capturado.
Desde já gostava de tranquilizar os portugueses, pois se os piratas estiverem tão bem informados como parecem e conhecendo a situação actual do nosso país, com certeza que não se atreveriam a atacar embarcações portugueses pois correriam seriamente o risco de ficarem eles, sem a sua própria embarcação.
Na improbabilidade de mesmo assim serem capturados, e na ainda maior de o comandante do navio conseguir pagar o resgate (sendo português teria de ser em prestações), português que é português não iria perder uma oportunidade de recuperar algum do dinheiro perdido. Que fazer?... Vender a sua história com o relato dos dias passados em cativeiro à industria cinematográfica. Se há coisa que o ser humano gosta é de saber da vida dos outros, principalmente se houver daqueles promenores que nos fazem dormir melhor á noite sabendo que nesse preciso momento alguém no mundo estará um pouco pior do que nós.
Agora se me permitem a ousadia, e imaginando um valor de resgate em tudo igual ao do caso grego (para ficarmos a perder para os gregos geralmente organizamos europeus de futebol), aqui deixo a minha humilde sugestão para o título do filme/documentário acerca do comandante português:
"20.000 Lecas Submarinas".

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